Visita do tio Pepe e tia Tati
|
Alimentação
|
- Carne vermelha uma vez por semana e nunca a noite;
- Carne de frango dar coxa e sobrecoxa;
- 2x por semana peixe. Qual o melhor peixe? SARDINHA¹, rica em ômega 3 e ômega 6;
- Frutas vermelhas, morango, cereja, framboesa, amora e mirtilo (blueberry) - poder antioxidante;
- Sucos naturais (melão²);
- 3 a 5 ovos por semana;
- Nunca dar zinco perto da hora do almoço, o arroz atrapalha a absorção do zinco;
- Dar uma Castanha do Pará (ralada na comida) por dia. SEMPRE!
- Semente de linhaça, quinoa e amaranto³.
1. Dica: Sardinha pronta para o consumo GOMES DA COSTA da linha gurmet.
2. Receita de suco de melão:
2 litros de água, meio melão, uma colher de sopa de mel e uma colher de sopa de suco de limão. Bater tudo colocar em um recipiente com tampa. Após bater, colocar uma pimenta malagueta média, cortada ao meio (só um lado dela) dentro do suco.
Guardar na geladeira e todo dia de manha dar 100ml do suco pra criança, após dar colocar mais 100ml de água no suco (que volta aos 2 litros) e guardar na geladeira. Dar 100ml por dia. Quando der um mês jogar fora e preparar outro.
3. Alguns nutrientes presentes na quinoa e no amaranto: magnésio, potássio, zinco, manganês, tiamina, riboflavina, niacina, acido panto tenico, alfa-tocoferol.
Avanços da Neurociência
|
Em um estudo envolvendo camundongos especialmente desenvolvidos para simular a síndrome de Down, o doutor Alberto Costa, que é professor associado de medicina interna e neurociência na Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, descobriu que o uso da droga memantina melhorou significantemente a capacidade desses animais de armazenar novas memórias. A síndrome de Down é causada pela presença de três cópias (trissomia) do cromossomo 21 no núcleo das células de seus portadores. Essa desordem genética afeta aproximadamente 5 milhões de pessoas em todo o mundo, dos quais, 350 mil nos Estados Unidos e 200 mil no Brasil.
Esta é a primeira vez que um cientista demonstrou que uma droga aprovada para uso em seres humanos poderia ser capaz de neutralizar os efeitos cognitivos negativos associados com a trissomia do cromossomo 21.
O próximo passo dessa pesquisa, que deverá receber aprovação do conselho de ética da Universidade do Colorado nos próximos dois meses, envolverá um estudo clinico", disse o neurocientista brasileiro, que é pai de uma menina de 12 anos com síndrome de Down e vai liderar uma equipe de médicos e psicólogos em um estudo duplo-cego para testar o efeito da memantina em 40 jovens adultos portadores da síndrome de Down. "Depois de onze anos trabalhando na área de síndrome de Down, sinto-me privilegiado de, finalmente, estar em posição de fazer uso de pesquisa científica para ajudar a melhorar a qualidade de vida de pessoas com a mesma desordem genética da minha filha", concluiu doutor Costa."
Fonte:
Do começo ao fim inesquecível...
|
Síndrome de Down é contagiosa
|
Wendy Holden, Coordenadora dos Pais do County Kittitas, vive em Ellesnburg, WA. Eli, nascida em 30 de dezembro de 2000, é a sua sexta filha.
A síndrome de down é uma desordem genética caracterizada pela triplicação do material genético do cromossomo 21. Essa trissomia ocorre com a primeira divisão do zigoto em desenvolvimento e como resultado existe material genético extra presente em cada célula do indivíduo. Recentemente, a ciência descobriu que essa anormalidade celular é altamente contagiosa. Como resultado, os membros familiares (e mesmo amigos) de indivíduos com síndrome de Down freqüentemente têm exibido mudanças dramáticas por conta desse “algo extra” que permeia seus corpos ao nível celular. Essas mudanças são manifestadas das mais diversas formas.
Algo extra no córtex visual resulta em pais que vêem o mundo diferentemente. Além de ver as coisas de uma forma inteiramente diferente, esses pais também falam que começaram a possuir uma habilidade maior de focalizar no que é importante. Surgimento espontâneo de lágrimas de felicidade também foram confirmados.
A seção do cérebro usada em lógica passa por mudanças dramáticas. Os pais finalmente se tornam capazes de compreender e discutir procedimentos médicos complexos. A habilidade de decifrar longas seqüências de acrônimosa parece quase que imediatamente e não é incomum pais derecém-nascidos afetados serem capazes de diferenciar ASD, VSD e PDA . Familiaridade com UTI´s Tubinhos, catéteres é outro efeito colateral.
Ao longo do tempo, todo o sistema nervoso é transformado, possibilitando os pais desenvolverem tarefas previamente consideradas impossíveis. Essas mudanças resultam em indivíduos encontrando coragem para falar em público, falar para uma turma de estudantes de medicina e ensinar a população sobre condições às quais eles são passionais.
Essas mudanças estão intimamente ligadas com disfunções nas habilidades verbais, o que torna impossível que os pais mordam suas línguas. Freqüentemente, indivíduos que previamente se consideravam reservados se demonstrarão extrovertidos e eficientes comunicadores.
O sistema pulmonar é alterado em uma extensão dramática. Pais reportam terem ficado sem fôlego ao menor sinal. O sistema cardiovascular desenvolve vulnerabilidades similares e relatos de corações batendo freneticamente e inchando não são incomuns. Uma mãe informou que seu coração pulou uma batida a menos quando seu filho sorriu para ela pela primeira vez. As extremidades também são alteradas. Braços procuram estranhos para ajuda, e em contrapartida, as mãos confortam e nutrem aqueles que necessitam. As pernas equilibram melhor, permitindo aos pais permanecerem firmes em suas convicções e andar sem titubear, mesmo quando estão carregando um grande peso.
Cientistas estão estupefatos com a abrangência desses sintomas. Igualmente perplexa é a resposta do que tem Síndrome de Down. Pais prontamente conhecem as mudanças fundamentais neles mesmos, no entanto, quase universalmente declaram uma preferência por seu novo e alterado nível de funcionamento. “Eu não mudaria nada” é uma frase comum. Aparentemente, a presença de um pequeno “algo extra” melhora as vidas dos indivíduos afortunados o suficiente para serem “infectados”.
21.03 Dia Internaconal da Síndrome de Down
|
Primeiro dia de aula
|
Hoje é um grande dia, a Ana Clara vai para o seu primeiro dia de aula.
O Marcelo e eu estamos imensamente felizes e ao mesmo tempo apreensivos....
Será que a nossa menininha cor de rosa está preparada? Será que ela vai se sentir bem? Será que estamos fazendo o certo?
Desde o primeiro dia que visitamos o colégio gostamos muito. O Monteiro Lobato nos recebeu super bem, todos lá demonstraram muito carinho pela Ana Clara.
Nesta foto estavamos nos preparando para sair (carinha de braba, rsss)
Aqui com os coleguinhas e a profe Taty
Depois de algum tempo....
|
Vale a pena sim dizer que meu pacotinho perfumado está cada dia mais lindo, a Ana Clara não é mais um bebê... é quase uma mocinha, hahaha. Hoje fiz um rabo de cavalo nela e precisam ver a carinha de mocinha.
Bom, vou tentar resumir os dias que fiquei sem postar.
Em setembro do ano passado fomos ao V Congresso Internacional Sobre Síndrome de Down que foi realizado em Londrina, foi muuito bom!

Ahhh.. esqueci de contar, os dentinhos da Ana Clara demoraram pra começar a nascer mas agora é um atrás do outro. Já está com 5 dentinhos e o sexto acabou de apontar. Ela está cada dia mais sapeca, engatinhando por tudo, abrindo gavetas, destruindo revistas, e começou a ficar em pé com apoio.
No aniversário da Ana Carolina. Não queria sair da piscina de bolinhas.
Na hidroterapia com o Gabi.
Um relato de amor
|

Vovó Bel
|
Na casa do tio Léo
|
Ele é um super tio, amo amo amo!"
Dia Especial
|
Os últimos estudos indicam que em 10 a 15% dos casos o cromossomo extra vem do espermatozóide, e que em 85 a 90% vem do óvulo. Note-se, ainda, que a alteração aparece antes da concepção, quando estão se formando os óvulos e os espermatozóides. Pense, por exemplo, que os óvulos se formam quando a futura mulher ainda é um feto e está no ventre de sua mãe. Por esse motivo não deve existir nenhum sentimento de culpa, já que a alteração não guarda qualquer relação com o que os pais fizeram ou deixaram de fazer no período da gravidez. (Pueschel, 1977).
Esta é a forma mais comum ou freqüente da síndrome de Down. 95% das pessoas com síndrome de Down possuem a trissomia simples: 47 cromossomos, dos quais três completos correspondem ao par 21.
|
A noite fomos na colação de grau da Tati -super cunhada. Estava tudo muito lindo, a Ana Clara parecia uma mocinha e desta vez não chorou.
Bem vindo à Holanda
|
Sol, água e muita bagunça
|
Dia Especial
|
E a mamãe cada dia mais orgulhosa...!
6 meses de muito amor e alegrias
|
Ana Clara, tenho muito orgulho de você... minha tulipa sabor maracujá.
Te amo muito!!!!





















